Celebridades

Jenna Jameson, ex-atriz de filme pornô, revela ser vítma da síndrome de Guillain-Barré

A empresária americana usou sua conta no Instagram para comunicar aos fãs o diagnóstico do problema neurológico autoimune

Por João Paulo Martins  em 12 de janeiro de 2022

A ex-atriz pornô americana Jenna Jameson foi diagnosticada com síndrome de Guillain Barré e está com a locomoção afetada (Foto: Instagram/jennacantlose/Reprodução)

 

A empresária e ex-atriz de filmes pornôs Jenna Jameson, de 47 anos, foi diagnosticada com síndrome de Guillain-Barré, problema neurológico autoimune raro, e já está recebendo tratamento no hospital. A informação foi confirmada pela própria americana, em publicação feita no Instagram na última terça (11/1).

No vídeo compartilhado na rede social, Jenna agradece aos fãs pelo apoio e diz que “provavelmente permanecerá no hospital até que o tratamento seja concluído”. Ela ainda deixa claro que o problema não está ligado às vacinas contra Covid-19. “Não tomei vacina ou qualquer dose. Não é uma reação à vacina. Obrigado pela preocupação de vocês”, diz a americana no post.

O parceiro da ex-atriz, Lior Bitton, também publicou um post no Instagram na conta de Jenna Jameson, no último domingo (9/1), explicando que a companheira estava com muita dificuldade para conseguir andar.

De acordo com o site do Ministério da Saúde do Brasil, a síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, na qual o sistema imunológico ataca parte do sistema nervoso, afetando a comunicação entre o cérebro e outras partes do corpo. É geralmente provocado por um processo infeccioso anterior e manifesta fraqueza muscular, com redução ou ausência de reflexos.

Os principais sintomas são fraqueza muscular, começando pelas pernas, podendo, em seguida, progredir ou afetar o tronco, braços e face, com redução ou ausência de reflexos. A síndrome pode apresentar diferentes graus de agressividade, causando de leve fraqueza muscular a paralisia total dos quatro membros, conforme o site do ministério.

A incidência anual é de um a quatro casos a cada grupo de 100.000 habitantes, especialmente entre pessoas de 20 a 40 anos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de tratamento para a síndrome de Guillain-Barré, incluindo diagnósticos clínicos, procedimentos de reabilitação e medicamentos.

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